Você sabe a diferença entre Tesouro Direto e Título Público?

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Seguindo com as nossas publicações sobre os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, falaremos hoje sobre as formas de investir nesses papéis.

Antes de mais nada, para as duas formas de investir, nós precisaremos ter uma conta em uma corretora, como o BTG Digital. A primeira opção é realizar os investimentos através do Tesouro Direto, que é uma emissão primária do Tesouro. Ou seja, o título é emitido diretamente para o investidor. Essa opção foi criada no ano de 2002, com o intuito de popularizar os investimentos em títulos do governo e viabilizar investimentos com valores reduzidos. O lado negativo do Tesouro Direto é que há a cobrança de 0,25% a.a na forma de taxas, e isso no final impacta o rendimento, além de ser restrito apenas para Pessoas Físicas, e os aportes não poderem exceder R$ 1MM ao mês. Vale destacar que os 0,25% a.a incidem não apenas sobre os rendimentos, mas sobre o montante investido somado aos rendimentos. Além desses pontos, a marcação dos títulos é feita a mercado, portanto o investidor verá em sua tela uma maior volatilidade.

A segunda forma de investir nesses papéis é através dos Títulos Públicos Federais. Esse mercado é na verdade um mercado secundário, pois compramos os papéis de outras contrapartes e não diretamente do Tesouro. As vantagens de investir através de TPFs é que não temos a cobrança de 0,25% a.a, a marcação dos títulos é feita pela curva de compra do título e não há restrição de valores, além das pessoas jurídicas poderem investir também. Outro ponto que vale destacar é que pelo mercado secundário, temos um leque maior de prazos de vencimento dos títulos, comparado com a menor oferta de papéis do Tesouro Direto.

Em termos de riscos, as duas formas de investir apresentam o mesmo risco de crédito no final das contas, que é o do Governo Federal dar calote. Outro ponto crucial é que nas duas formas, a taxa contratada só é válida se segurarmos o papel até o vencimento, e no caso de sair antecipadamente, estamos sujeitos à marcação de mercado.

No próximo post dessa série, falaremos sobre os tipos de títulos do Tesouro e como eles podem compor o seu portfólio. Não perca!

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